segunda-feira, 12 de julho de 2010

RELATÓRIOS DO GESTAR II

TP1

A TP1 apesar de ter sido discutida nos últimos encontros do gestar não perdeu o seu foco de importância uma vez que discute as variantes lingüísticas em todos os aspectos culturais e literários, cultura aqui definida como tudo aquilo que é produzido pela humanidade quando homens e as mulheres transformam os recursos naturais e as próprias formas de pensar e fazer (praticas de cultura).
Nessa TP tivemos a oportunidade de desfazer alguns equívocos nas variantes da língua, ampliando os conceitos da norma culta.
Foi muito gratificante compreender o que é a intertextualidade e suas varias formas de se apresentar como a parodia que é um tipo de texto que parte de outro, mas perde seu eixo central e assume uma postura critica.
A paráfrase que trata-se da retomada de um texto sem perder ou mudar seu fio condutor sua lógica como exemplo resumos, adaptações e traduções.
O pastícese que é também um tipo de intertextualidade, que sai do texto especifico e passa a fazer proveito, dos recursos e do clima que a obra possa oferecer.
Essa TP foi fundamental para discutirmos a questão do ponto de vista, que traduz no escrito os momentos históricos sujeito locutor e interlocutor como essa compreensão é importante no âmbito da sala de aula, já que ao solicitar a análise ou a produção de um texto, pois se parte de um ponto de vista, mas cabe ressaltar que toda opinião pode ser contestada, mas deve ser respeitada

TP2
Na TP 2 da L.P. vimos um pouco sobre lingüística e analise literária.
O formador Rubem Pinto esclareceu inicialmente, alguns pontos sobre “Analise Lingüística” e “gramática”. Ressaltou sobre três concepções de gramática a interna, a descritiva e a normativa. Frisou que a gramática interna é o conjunto de regras que qualquer falante da língua domina, a descritiva é o conjunto de regras que o observador da língua procura compreender e explicar, já a gramática normativa é voltada para as regras da norma culta, que privilegia a modalidade escrita e a linguagem literária.
Em seguida o formador direcionou o estudo das seções em grupo, de forma que cada grupo ficou com uma seção e socializou os conhecimentos adquiridos com os demais.
TP4
A TP4 nos remeteu ao nosso processo de construção da escrita uma vez que o seu estudo nos fez refletir quanto ao desenvolvimento da escrita, sua função social e as diversas formas que a sociedade letrada a utiliza e representa.
Assim é possível salientar que as reflexões feitas nos grupos sobre o conceito de letramento se tornou bem mais amplo pois com as intervenções do formador concluímos que letramento não se restringe apenas a escrita convencional e sim aos modos com que esta se apresenta na sociedade, com seus usos e suas funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada coletiva e pessoalmente. Compreendemos também com o estudo da TP que a leitura e a escrita são atividades de comunicação e que fazem parte da cultura e ao mesmo tempo se constroem historicamente.
Foi debatido também nesse encontro como se da os usos e funções da escrita no cotidiano leitura na sala de aula.
Foi salientado também a importância de valorar os conhecimentos prévios do sujeito envolvido no processo.
Ainda discutimos que o “Ler” é diferente do “Compreender o texto”, pois o ato de ler se restringe a reconhecer palavras e seus significados e já a compreensão é bem mais amplo, pois alem do reconhecer palavras e significados é também um construir pensamentos, raciocínios e saberes, carregados de intenções do sujeito que lê.
Por fim essa TP trouxe para práxis de qual quer educador uma grande contribuição tanto no ato de valorar os saberes do educando como nas questões que envolvem os processos de construção da leitura e da escrita perspectiva do letramento.

TP5

A TP5 foi realizada por meio de seminário.
O formador distribui os temas para os grupos e em seguida, cada grupos e em seguida, cada grupo se organizou para a elaboração dos trabalhos a serem apresentados no seminário.
O primeiro grupo ficou com o tema “Estilística” que estuda os valores ligados à sonoridade, à significação e formação das palavras, à constituição da frase e do discurso. O grupo fez uma belíssima e esclarecedora apresentação em PowerPoint.
O segundo grupo, do qual eu fui componente, falou sobre “ consciência textual” trabalhamos com alguns slides interessantes e divertidos onde os discursos estava incoerentes com a pratica para melhor compreensão do tema.
O terceiro grupo apresentou o tema “coesão textual” bastante esclarecedor quando apontou que coesão textual refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto.
Já o quaro grupo, ficou incumbido de apresentar o tema “Relações lógicas no texto”, com muita clareza o grupo ressaltou que nas nossas interlocuções diárias, buscamos sempre o fio condutor da organização das idéias e das informações: buscamos a lógica dos discursos.
O formador parabenizou todos os grupos pela brilhante apresentação no seminário.


TP6

Na unidade 21 da TP6, vimos um pouco sobre tipos textuais. Ficou claro por meio dos estudos realizados que toda manifestação lingüística é também basicamente argumentativa, mas nem sempre temos consciência disso.
Estudamos também as funções básicas da língua escrita vejamos algumas: “Expressiva” é utilizada para expressão individual, centrada no eu. EX: diário, depoimentos etc. “Função Apelativa” centrada no leitor para influenciar seu comportamento. “função metalingüística” quando a linguagem se refere a si mesma, se constituindo objeto de descrição e explicação. “Função poética” ao focar no texto as sua possibilidades expressivas, o autor visa elaborar no leitor uma experiência estética e por ultimo, a função referencial, utilizada para descrever, conceituar, informar.
Ainda nesta TP, na unidade 23, vimos como deve ocorrer o processo de produção textual, especificamente revisão e edição. Aprendemos que o ensino e aprendizagem do processo de revisão requerem uma pratica de estratégias de releitura, reflexão e do afastamento do escritor do seu próprio texto. Outro fator importante é não colocar excessivas exigências para escritores que têm severos problemas com a escrita.
Fechamos a unidade 24 com o tema “Literatura para adolescentes”. Discutimos sobre a riqueza literária encontrada nos livros que tem o adolescente como público alvo. Sabemos que eles lêem pouco, mas muitas vezes, seus problemas de leitura insuficiente estão ligados a uma leitura insuficiente do professor e de praticas pouco produtivas da escola, em torno do ato de ler.